quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Porto de Setúbal e TROIARESORT juntos na conservação das Ruínas Romanas de Troia

As Ruínas Romanas de Troia estão classificadas como Monumento Nacional, desde 1910, tendo um acentuado carácter de interesse público e portuário, fazendo parte da história do porto, ligada às vertentes da pesca, indústria e transporta marítimo de mercadorias. Este sítio arqueológico, que data do século I d. C, é reconhecido como o maior centro de produção de salgas de peixe do mundo romano, de onde saíam, através do Porto de Setúbal, ânforas carregadas deste apreciado produto para todo o império romano. No âmbito do acordo, decorrem trabalhos de restauro das pinturas das paredes da Basílica Paleocristã de Troia, cujas paredes estão pintadas com motivos geométricos e vegetais e imitação de mármore, de que se destaca o famoso cântaro pintado num pilar. É uma igreja construída em finais do século IV ou início do século V e que antecedeu a Igreja de Nossa Senhora de Troia, localizada ao lado, onde se comemora anualmente no verão a grande festa dos pescadores de Setúbal e das suas famílias. Agora a APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA e o TROIARESORT – Investimentos Turísticos, SA assinaram, um Protocolo de Cooperação para promover a conservação e manutenção das estruturas edificadas nas Ruínas Romanas de Troia, com o objetivo de garantir a sua integridade e possibilidade de fruição às gerações futuras.

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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Páscoa Romana em Tróia - Ruínas Romanas

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Páscoa Romana em Tróia






As Ruínas Romanas de Tróia, classificadas como Monumento Nacional desde 1910, são o maior complexo de produção de conservas e molhos de peixe conhecido no Ocidente romano.

Conhecidas desde o século XVI, foram alvo de várias campanhas de escavação, a primeira das quais no séc. XVIII, por iniciativa da Infanta D. Maria, futura D. Maria I, e outras de grande envergadura nos séculos XIX e XX. Estas escavações puseram à vista várias oficinas de salga, umas termas, um núcleo residencial, uma rota aquaria, um mausoléu, uma basílica paleocristã e várias necrópoles.

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Páscoa Romana em Tróia


As Ruínas Romanas de Tróia, classificadas como Monumento Nacional desde 1910, são o maior complexo de produção de conservas e molhos de peixe conhecido no Ocidente romano.

Conhecidas desde o século XVI, foram alvo de várias campanhas de escavação, a primeira das quais no séc. XVIII, por iniciativa da Infanta D. Maria, futura D. Maria I, e outras de grande envergadura nos séculos XIX e XX. Estas escavações puseram à vista várias oficinas de salga, umas termas, um núcleo residencial, uma rota aquaria, um mausoléu, uma basílica paleocristã e várias necrópoles.

Vale a pena ler: "Quando Tróia era a Capital do Garum"

E também o que é o Garum, aqui.


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Páscoa Romana em Tróia


As Ruínas Romanas de Tróia, classificadas como Monumento Nacional desde 1910, são o maior complexo de produção de conservas e molhos de peixe conhecido no Ocidente romano.

Conhecidas desde o século XVI, foram alvo de várias campanhas de escavação, a primeira das quais no séc. XVIII, por iniciativa da Infanta D. Maria, futura D. Maria I, e outras de grande envergadura nos séculos XIX e XX. Estas escavações puseram à vista várias oficinas de salga, umas termas, um núcleo residencial, uma rota aquaria, um mausoléu, uma basílica paleocristã e várias necrópoles.

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Páscoa Romana em Tróia

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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dia 18 de Abril nas Ruínas Romanas de Tróia

Pelo segundo ano consecutivo, o sítio arqueológico de Tróia vai ter um dia aberto com entrada gratuita e visita guiada. Integradas no complexo turístico Troiaresort, as Ruínas Romanas de Tróia, com dois mil anos de história, são o maior complexo de produção de salgas de peixe conhecido no mundo romano. Sítio construído no século I para aproveitar a riqueza em peixe do Atlântico e a qualidade do sal das margens do Sado, terá sido ocupado até ao século VI. Tome nota: das 10 às 13 e das 15 às 17h30 a visita é livre. Às 15 horas tem início a visita temática A singularidade do sítio arqueológico de Tróia.
Para mais informações: vera.ferreira@ipsisemirec.com ou 213 923 020

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Quando Tróia era a capital do ‘garum’


Nas margens do rio Sado encontram-se as ruínas romanas de Tróia, onde se podem visitar as oficinas de salga, as termas e a basílica paleocristã, que ainda se mantém em bom estado de preservação

Todo o País já ouviu falar, mas são poucos os que conhecem a imponência e a história das ruínas romanas de Tróia. Um raro complexo de produção de salga de peixe – será o maior do mundo romano – nas margens do rio Sado, com Setúbal, a “sua” antiga Cetóbriga, em pano de fundo, onde se produzia o então célebre garum, um distinto paté. Agora já não há motivos para que os vestígios continuem a ser uns ilustres desconhecidos. Este Verão estão a ser promovidas visitas guiadas àquele monumento nacional. Mas atenção: é preciso inscrição prévia através do e-mail arqueologia@troiaresort.pt ou pelo telefone 265 499 400. São mais de 2 mil anos de história que se abrem ao público, aquando dos tempos em que Tróia ainda nem era península, mas apenas uma ilha em pleno Sado, com o nome de Ácala. Foi por ali que o império romano ergueu fábricas para deitar mãos a uma espécie de “produção gourmet”, com paté de peixe que era conduzido a Roma, por via marítima, para abastecer, sobretudo, as famílias mais abastadas. Este preparado era muito apreciado nas cozinhas da época, traduzindo um negócio chorudo para os produtores, que exploravam o bom peixe desta região. A construção do complexo foi feita primeira metade do século I, teno a ocupação romana perdurado ao longo de 500 anos. É por aqui que se desenrola a visita promovida pela equipa de arqueologia do Troiresort, que decorre apenas às quartas-feiras e sábados. “Além das fábricas e das oficinas de salga, com uma capacidade e produção excepcionais, os visitantes poderão ver as termas e a basílica paleocristã, que é muito fora do comum pelo estado de conservação em que se encontra e pelas pinturas a fresco nas paredes”, destaca a arqueóloga coordenadora do projecto, Inês Vaz Pinto. O programa das visitas é vasto, começando por mostrar os romanos em Tróia, com actividades pedagógicas nas ruínas para crianças hospedadas no Troiaresort nos meses de Verão. Já para os maiores de 13 anos é possível ser-se arqueólogo por um dia experimentando o trabalho de escavação com a equipa de arqueologia durante um dia. Pelo meio, há um curioso jantar romano inspirado no livro de receitas de Apício. Na carta marca presença um prato com colatura di alici, um molho de peixe muito semelhante ao garum romano, que era feito à base de sangue e vísceras e de outras partes seleccionadas do atum ou da cavala misturadascom peixes pequenos, crustáceos e moluscos esmagados. Além dos jogos tradicionais romanos há ainda um passeio no estuário a núcleos de ruínas postos a descoberto pelas marés. Depois da recuperação do sítio, que se seguiu a um largo período de abandono das ruínas, nesta altura ainda está a ser a instalado o percurso de visita, que vai estar pronto no final deste mês. “Há todo um trabalho na envolvente que ainda não está feito, porque as ruínas são muito grandes. Este percursos é necessário porque vai tornar as visitas mais confortáveis”, justifica a arqueóloga

Foi para tirar partido das potencialidades do peixe da região e da excelência do sal do rio Sado, associados ao clima, que os romanos construíram a conserveira de Tróia, apostando na concretização de um dos maiores complexos de produção de salgas de peixe. Os tanques onde se preparavam as conservas e molhos de peixe, entre os quais o famoso ‘garum’, são a maior testemunha. O complexo é conhecido desde o século XVI, mas só 200 anos depois viria a ser sujeito à primeira escavação, por ordem da então infanta D. Maria – futura rainha –, que permitiu
desvendar as casas da chamada Rua da Princesa. Em meados do século XIX os trabalhos arqueológicos conduziram à descoberta do núcleo residencial da Rua da Princesa e parte das termas. Foi já em pleno século XX que foram desenvolvidos grandes trabalhos pelo Museu Nacional de Arqueologia que puseram a descoberto atotalidade das termas e a maior fábrica de salga além do mausoléu e de várias necrópoles. A 16 de Junho de 1910 o complexo foi classificado como monumento nacional, mas os arqueólogos sonham com “património da humanidade”.

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terça-feira, 31 de maio de 2011

Novo percurso nas Ruínas Romanas de Tróia é inaugurado esta semana

O empreendimento turístico Troiaresort vai abrir um novo percurso de visita às Ruínas Romanas de Tróia, o "maior complexo de produção de conservas e molhos de peixe conhecido no Ocidente romano".

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

"Dia Aberto nas Ruínas Romanas de Tróia"

Dia 18 de abril

"Dia Aberto nas Ruínas Romanas de Tróia" - Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

o troiaresort promove um “Dia Aberto nas Ruínas Romanas de Tróia”, com visitas gratuitas ao local, associando-se assim às celebrações desta data instituída pelo Instituto da Conservação dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) em 1982 e reconhecida pela UNESCO no ano seguinte. As Ruínas Romanas de Tróia são o maior complexo de produção de salgas de peixe conhecido no mundo romano, com cerca de dois mil anos de história e estão classificadas como Monumento Nacional desde 1910. Em 2005, na sequência de um Protocolo celebrado com o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e o Instituto Português de Arqueologia (IPA), hoje integrados no Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), o troiaresort criou uma equipa própria de arqueologia que desenvolve trabalhos no local.

Horário: das 10h às 13h e das 14h30 às 17h30

Local: Ruínas Romanas de Tróia

Organização: Troiaresort

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Escavações no Tróia Resort

Leio que as escavações arqueológicas em Tróia são feitas em regime de voluntariado ...não há dinheiro para pagar a estes senhores?

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