Tróia Resort Portugal
Península de Tróia, Comporta e Litoral do Alentejo, não esquecendo Setúbal nem a Serra da Arrábida. Fotografias, telefones de Restaurantes, apartamentos para alugar e reservas de hotel. Especiais sobre o Tróia Resort e Soltróia, A Sonae é a empresa que detém a maior parte do projecto de transformação daquele que, no final dos anos 1990, era um projecto turístico acabado. À empresa de Belmiro de Azevedo cabe um investimento de 450 milhões de euros, dos quais 300 milhões já foram aplicados.
domingo, 17 de maio de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2009
A Esplanada no Tróia Resort mesmo junto à Praia
Todos os caminhos vão dar aqui ... seja a ler o Jornal da Manhã ou a tomar a Cerveja ao fim da tarde ...
Etiquetas: areia, arrabida, café, esplanada, mar, praia, setúbal, troiaresort, vista
quinta-feira, 7 de maio de 2009
"Ponta do Adoxe" - Cais de Tróia
Ponta do Adoxe – Descobri que esse é o nome original do cais onde anteriormente atracavam os Ferries com Passageiros e Veículos em Tróia. Mas desconfio que daqui em diante esse nome pode cair em desuso … deve ficar simplesmente Tróia Marina … Certo?
Etiquetas: cais, ferry, peninsula de troia, portugal, setúbal
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Troiaresort substitui “admirável mundo novo” prometido pela Torralta
"O “admirável mundo novo” de Tróia, que entrava casa dentro dos portugueses através da publicidade televisiva nos anos 70, acabou por se revelar um investimento desastroso para milhares de pequenos investidores que acreditaram na viabilidade do projecto da Torralta."
Leia Tudo Aqui!:
Etiquetas: empreendimento, imobiliario, investimento, setubal, setúbal, troia, troiaresort
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Coming from Setúbal by Boat ...

coming from setubal..
Originally uploaded by Tilnox
Etiquetas: barcos, boats, fotografia, setubal, setúbal
quinta-feira, 19 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
Uma breve história sobre os roazes do sado
Têm um comprimento médio de 3 m, coloração cinzenta, quase negra na face dorsal; flancos de tonalidade uniforme, cabeça nitidamente arredondada terminando num bico mais curto do que o das espécies seguintes, a barbatana dorsal, côncava no seu bordo posterior fica situada aproximadamente no meio do corpo. Os roazes vivem 30-40 anos. As fêmeas são mais pequenas que os machos e atingem a maturação sexual antes (entre 5 e os 12 anos e cerca de 10-12 anos, os machos). Quanto ao sistema de acasalamento, pouco se sabe, no entanto não parece tratar-se monorgânico. O período de gestação é de cerca de um ano. As fêmeas dão á luz uma cria em cada 2 ou 3 anos. Durante cerca de 18 meses as crias são amamentadas pelas mães. Desde há muitos anos que vivem golfinhos no estuário do sado e no litoral de tróia e da arrábida. Porque vivem ali durante todo o ano a população de golfinhos diz-se residente. Esta população é um dos poucos exemplos existentes na europa. Os pescadores chamam roaz a esta espécie de golfinho, que quer dizer o peixe que rói as redes. Os roazes ao roubarem o peixe preso nas redes, fazem um grande buraco nestas. Em tempos o numero de roazes atingia as largas dezenas, com o passar dos anos este número tem vindo a decrescer, desconhecendo-se a razão. Em 1994 foi iniciado um programa de monitorização da população de roazes. Todos os meses uma equipa saía para observar os golfinhos, fotografando-os (processo de fotoidentificação) de modo a criar um álbum de família visto que cada roaz tem uma barbatana dorsal característica e diferente da de todos os outros. As crias permanecem junto da mãe entre 3 a 6 anos. Ao longo dos últimos 4 anos a população de roazes manteve-se nos 30 efectivos, trata-se duma população pequena e vulnerável. Os roazes desta população dividem-se em dois grupos: o grupo das crias onde se encontram as mães, os jovens e alguns adultos e o grupo dos vadios constituído por um pequeno número de adultos que nem sempre acompanha os outros. Por vezes os golfinhos dão á costa podendo ser encontrados nas praias a isto chama-se arrojamento, depois há que verificar se é um golfinho ou um roaz. Para isso há que verificar a barbatana dorsal e compará-la com o álbum de família. Quando os roazes morrem de barriga cheia é possível conhecer a sua alimentação através das presa ingeridas. A moralidade e natalidade de roazes registadas desde 1994 explicam o não crescimento da população. As causas de morte e de infertilidade destes golfinhos estão ainda por esclarecer. No entanto associa-se á degradação do Estuário do Sado, pela poluição e pesca ilegal.
Etiquetas: dolphins, estuário, golfinhos, rio, river, roazes, sado, setúbal


